15 setembro, 2014

E agora Caíque: Livros digitais ou livros físicos?

Olá leitor(a), tudo bem?

Estou sumido não é verdade? É consequência das primeiras provas do semestre, estou ficando meio maluco, um pouco mais do que costumo ser na verdade. Mas, para relaxar um pouco vou escrever mais um texto para a coluna meus textos \o/

Hoje falarei um pouco sobre a minha experiência com livros digitais depois que comprei meu primeiro e-reader, o Lev. 


Como disse em postagens anteriores eu adquiri o Lev durante a 23° Bienal Internacional do Livro de São Paulo devido a promoção no estande da Saraiva. Como não é todo dia que você encontra um e-reader por 198 reais acabei aproveitando essa oportunidade e mergulhando em um investimento que não sabia que era necessário para mim naquele momento. Ou seja: sabe quando você compra por impulso sem medir as consequências da compra? Foi mais ou menos isso que aconteceu.

É interessante olhar para trás e ver como as nossas opiniões podem mudar dependendo do que acontece durante um intervalo de tempo, existem coisas que são capazes de mudar nossos argumentos, principalmente quando você pesquisa e entende mais sobre o assunto. Digo isso porque quando a Amazon veio para o Brasil eu escrevi um post no blog anunciando a chegada da grande empresa e debatendo um pouco o tema sobre os e-books e comparando com o livro físico não avaliando justamente as duas opções.

Sempre amei o papel, o cheiro de livro novo, folhear as páginas, observar detalhes da capa, ver o trabalho de uma editora com ilustrações e diagramação de uma determinada obra e dentre outras qualidades de um livro físico eu sempre defendi que essa era a melhor opção e não entendia a razão da fama dos livros eletrônicos em países como os Estados Unidos. O interessante é que várias pessoas têm essa mesma opinião o que me fez ter certeza que esse era o veredito final: livros físicos são melhores que e-books e pronto. Porém, isso é uma falácia já que nem sempre o que todo mundo pensa é verdadeiro.

Não que eu discorde desse argumento, porém ao comprar o Lev minha opinião flexibilizou e pude ver de perto que as vantagens que o conjunto e-reader + e-book trazem para o leitor são diversas e fazem a diferença em determinadas situações. Um exemplo é poder marcar frase, fazer anotações nos livros eletrônicos sem precisar preocupar com o zelo de um livro físico, poder comprar livros a partir de um clique, ver o progresso de sua leitura, entre outras facilidades.

Além disso, ao invés de carregar dois livros de cálculo, juntamente com outro de algorítimos e ainda um livro com narrativa para me distrair em uma mochila, fazendo com que ela ficasse pesada e cheia eu posso ter todos em um só dispositivo fazendo que com que a mochila fique leve e menos desconfortável.

Chega a ser estranho e diferente por as vezes a minha escolha seja de ler o e-book mesmo tendo o livro físico em minha estante e ao mesmo tempo contraditório ainda gostar tanto da versão física. Por mais que essa onda digital seja prática o clássico sempre será bonito, diferente e terá um espaço no coração de todos os leitores. Afinal, quem não gosta de marcadores, cheiro de livro novo (viciante) entre outras facilidades? E por fim: quem disse que os livros físicos e digitais não possam viver em harmonia, cada um tendo suas vantagens e desvantagens?


Um marco para minha história como leitor: primeiro e-reder lido: A Casa de Rafael Canhestro e primeiro e-reader lido no Lev: Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo.

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